A primeira jornada da liga Sagres trouxe-nos mais do mesmo:
Um Benfica sem motor de arranque;
Um Porto a cumprir, mesmo quando lhe auguram tudo de mal;
O Sporting a ganhar em casa;
E arbitragens miseráveis;
Queria apenas destacar no meio disto os golos fantásticos de Hulk e Yannick (Hulk surpreendeu-me bastante, parece uma boa aposta) e o penalti assinalado no Sporting-Trofense a 2 metros da grande área. PAULO BATISTA sim ... foi o rei da jornada ... alguém lhe ofereça uns binóculos, eu estava em Alvalade por detrás da baliza do Rui Patricio e vi perfeitamente o lance, tanto que ficaram as marcas no chão onde a falta foi cometida, o senhor Paulo Batista estava lá em baixo junto ao lance e inventou ... ou eu vejo bem demais ... ou ele precisa de óculos.
Então não é que o Tony Carreira anda a roubar as musicas aos outros. Vão a este blog e ficarão esclarecidos. Deixo-vos aqui um dos exemplos, uma musica lançada em 1997 que o Tony aproveitou em 1999. Granda Toni.
Finalmente alguém com coragem para pôr as coisas certas no lugar certo. Queiroz não convocou Ricardo para o seu jogo de estreia na selecção e em boa hora alguém reparou que este guarda-redes não é o melhor (nem de perto nem de longe), porque para estar na selecção têm de estar os melhores. Este homem deixou-se bater na final do euro 2004, foi antecipado pelo Luisão e deu o campeonato ao Benfica e levou 2 golos iguais no euro 2008 contra a Alemanha ... ah e não é indiscutível no seu clube. Os seus defensores podem falar dos penalties que defendeu e tal ... isso não conta se é uma coisa boa no meio de mil más.
De resto gostei de quase todas as opções do Queiroz, como o Miguel Veloso voltar para os sub-21 (para ver se perde a mania) e o Quaresma não ser convocado (outro que é só mania).
Até agora tudo bem, vamos ver se no campo respondem bem para finalmente termos uma selecção que ganhe títulos.
E chegamos então à 3ª e última parte desta viagem pelo mundo Soulfly. Depois de uma 1ª parte em que falámos sobre os três primeiros álbuns da banda e duma 2ª parte em que falei um pouco sobre os projectos paralelos de Max, vamos continuar nesta 3ª parte a saga de lançamentos até ao álbum que saiu no fim de Julho "Conquer", mas lá chegaremos ....
Continuando ...
Depois do álbum "3" seguiu-se em 2004 o álbum Prophecy. Este cd continuou a saga começada em "3", fugindo de novo para sonoridades mais thrash, mas mantendo uma sonoridade modernizada. Surgiu depois de Max ter feito um retiro espiritual viajando bastante e um dos países que mais o influenciou foi a Sérvia, daí um álbum com sonoridades um pouco diferentes. Ficaram no ouvido verdadeiras malhas como Prophecy, Living Sacrifice, Execution style, Defeat U, Born again anarchist (esta com um final instrumental fabuloso) e Porrada (em português). Por outro lado neste álbum em vez da habitual música com um convidado do mundo Nu-Metal, surge uma com Nemanja Kojić, mais virada para o reggae, designada Moses. Este cd também tem a típica música com a fabulosa voz de Asha Rabouin chamada Wings. Neste álbum houve de novo mudanças no alinhamento da banda, a juntar a Max (voz e guitarra), temos Bobby Burns (baixo), Joe Nunez (bateria) e Marc Rizzo (guitarra), este o grande responsável pela nova vida de Soulfly, é um grande guitarrista e compositor, e a sua magia é perceptível em músicas como Living sacrifice, Mars, Born Again Anarchist e Porrada. O seu estilo que vagueia bastante pela guitarra clássica com toques de flamenco veio dar uma nova vida aos Soulfly, que passaram a contar com um solista nos concertos ao vivo. Neste álbum temos também a continuação do instrumental, neste caso Soulfly IV. Deixo-vos com o single Prophecy.
Em 2005 sai o dvd The song remains insane, que mostrava entrevistas e imagens de bastidores, mas o mais apetecível eram mesmo os espectáculos ao vivo das tournées anteriores. Era o primeiro dvd da banda e por isso a expectativa era bastante alta, e não foi defraudada, o dvd estava bastante bom, com uma boa escolha de alinhamento e boas filmagens do que é a força de Soulfly ao vivo. Fica aqui a Roots Bloody Roots ao vivo retirada desse dvd.
Também em 2005 sai o álbum Dark Ages memória da morte do neto de Cavalera em Dezembro de 2004. Este álbum ainda mais agressivo que os anteriores, a capa dizia tudo, a negridão da morte que vem para nos buscar. Neste cd ao contrário dos anteriores havia uma musica de introdução, e à medida que vamos passando as faixas vemos que o cd está muito mais agressivo, com uso de muito mais pedal duplo, mais e mais rápido. Babylon, I and I, Carved Inside, Arise Again, Molotov (em português), Frontlines e Fuel the hate são bons exemplos da raiva presente neste cd. Tem também duas novidades, tanto a música Riotstarter, como a (the) March têm uma sonoridade bastante electrónica, mais uma tentativa de abranger outros géneros. De resto temos mais magia de Marc Rizzo ao longo de todo o cd, temos mais uma música virada para o reggae, de novo com Nemanja Kojić (Innerspirit). Encontramos também por fim a continuação da instrumental Soulfly V. Uma grande curiosidade neste álbum foi o facto de a banda que acompanha Cavalera se ter mantido a mesma que no anterior. COISA RARA. Deixo-vos com os dois singles (uma novidade): Frontlines e Carved Inside.
Novo álbum
E chegamos ao recente álbum Conquer (2008) ... e depois de algumas audições o que vos posso dizer é que ... não chega, preciso mais tempo :) é bom demais para ser verdade. Os Sepultura morreram e renasceram de novo. Desde o álbum "3" foi sempre a subir. As malhas estão cada vez mais rápidas. Mete inveja a muitos álbuns recentes de Sepultura. Neste álbum não há reggae, não há hip-hop, não há Nu-Metal, não há Asha Rabouin e não há músicas em português. Apenas se mantém o instrumental Soulfly VI, bastante experimentalismo, uma cover da Beautiful People do Marilyn Manson
nos extras e muita força demoníaca. Com certeza O ÁLBUM de regresso ás origens. Pode ser que signifique qualquer coisa ... Cavalera nos Sepultura ... sinceramente com esta qualidade já nem sei se quero. Fica aqui o novo single Unleash. Outra curiosidade, será que esta qualidade se deve à banda se ter mantido a mesma de novo??? Parece-me que sim.
Fazendo uma pausa no caminho delineado pela banda Soulfly ao longo da sua carreira, mas continuando o que começámos na parte I ...
Piscamos o olho nesta parte II à magia que Max Cavalera foi deixando em outras bandas e projectos por onde passou.
Projectos de Max Cavalera
Max já teve 3 projectos que abraçou antes e durante o tempo em que está nos Soufly. Começamos pelos projectos anteriores.
1. Sepultura
Max Cavalera formou os Sepultura em 1983 com o seu irmão Igor Cavalera. O alinhamento que iria durar 13 anos foi constituído por Max Cavalera (guitarra e voz), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Igor Cavalera (bateria). Os Sepultura antes da saída de Max lançaram 7 álbuns e atingiram nome a nível mundial. Na sua discografia contam Bestial Devastation (1985), Morbid Visions (1986), Schizophrenia (1987), Beneath the remains (1989), Arise (1991), Chaos A.D. (1993) e Roots (1996). Max deixou os Sepultura em 1996 pelas razões explicadas na parte I, sendo substituído por Derrick Green. O ano passado foi a vez de Igor Cavalera deixar os Sepultura sendo substituído por Jean Dolabella. Fica aqui o vídeo da Attitude do álbum Roots.
2. Nailbomb
Os Nailbomb surgiram ao mesmo tempo que Max tinha os Sepultura, durando apenas dois anos entre os álbuns Chaos A.D. e Roots de Sepultura. Este projecto resultou da junção de Max com Alex Newport, que compuseram o material todo sozinhos, recorrendo a artistas convidados para completar o seu trabalho. Entre os artistas convidados encontram-se Igor Cavalera e Andreas Kisser (Sepultura), Dino Cazares (Fear Factory) e Ritchie Bujnowski (Wicked Death). O seu metal era de características mais industriais. Lançaram dois álbuns, sendo um deles ao vivo. Apenas fizeram um concerto nesses dois anos que estiveram juntos, que deu origem ao segundo álbum e no qual estiveram presentes 100,000 pessoas. Lançaram o álbum Point Blank (1994) e o tal álbum ao vivo chamado Proud to commit commercial suicide (1995). Depois do lançamento do segundo álbum separaram-se. Ficam com a "Wasting Away" ao vivo no Dynamo Open Air 1995.
3. Cavalera Conspiracy
Esta banda surgiu o ano passado devido à saída de Igor Cavalera dos Sepultura. Igor fez um espectáculo com os Soulfly e então ele e o irmão fizeram o que a maioria dos fãs de Sepultura desejavam fazia anos ... juntaram-se para fazer um álbum. Mas engane-se quem pensa que os bons velhos tempos voltaram. O único cd que lançaram Inflikted (2008) mostrou uma pálida imagem do que se esperava. Cavalera Conspiracy soa a Soulfly e isso deve-se também pois o guitarrista escolhido foi Marc Rizzo (actualmente nos Soulfly e o principal responsável pela mudança de sonoridade da banda, mas disso falamos na 3ª parte). O baixista Joe Duplantier completa a banda. Apenas uma curiosidade, a banda era para ser chamada de Inflikted mas devido a problemas jurídicos alteraram o nome. Deixo-vos com o single Sanctuary.
Uma das bandas mais fiéis a si própria do universo metaleiro acaba de lançar um novo álbum, o sexto da sua carreira. E é para o recebermos de braços abertos que aqui faço um especial de três posts sobre esta fabulosa banda. Enjoy!
Soulfly surgiu em 1997, após Max Cavalera, antigo guitarrista, vocalista e membro fundador da banda brasileira Sepulturater deixado a banda devido a falta de liberdade criativa e desentendimentos no grupo devido à manager da banda ser a mulher de Max Cavalera.
Após ter deixado a banda, muito se especulou sobre se seria o fim da mesma e se Max Cavalera teria força para continuar o seu percurso sozinho. O que acabou por se verificar foi que não só Max continuou sozinho fundando uma banda de enorme sucesso, Soulfly, como se constatou que a veia criativa dentro dos Sepultura nunca mais foi a mesma sem Max, com a excepção do álbum Roorback que confirma a regra.
Mas não estamos aqui para falar de Sepultura, mas sim de Soulfly. Após ter deixado a antiga banda Max começou a trabalhar num álbum, sem no entanto ter ainda nome para a nova banda, banda esta que já tinha sido constituída e consistia em Max Cavalera (voz e guitarra), Roy Mayorga (bateria), Jackson Bandeira (guitarra) e Marcello D. Rapp (baixo). Esse álbum vir-se-ia a chamar Soulfly, tal como a banda devido ao recente falecimento do afilhado de Max (D-Low) que foi baleado. Tal como o nome em Inglês sugere quando dividido fica Soul Fly (Alma Voa) que segundo Max surgiu quando ele esteve em contacto com uma tribo brasileira (kaiowas) estes diziam que quando se tocava música as almas dos antepassados voavam em roda dos músicos. Isto agregado à morte de D-Low tornaram a banda numa homenagem à alma do jovem.
Antes do lançamento do seu álbum de estreia Max participou na música Headup do então novo álbum dos Deftones "Around the fur", foi assim que o brasileiro foi preparando terreno para a chegada da seu novo projecto. Foi então que em 1998 surgiu o álbum de estreia da banda chamado "Soulfly". Neste álbum foi possível verificar algumas das razões porque Max saiu dos Sepultura. As tais divergências criativas ficaram bem patentes neste primeiro álbum. Para além de ouvirmos mais músicas de raízes brasileiras, acompanhadas de didgeridoo, este cd também era acompanhado de uma música instrumental (que já tinha sido experimentado em Sepultura, com a música kaiowas) chamada de Soufly, que seria continuada nos álbuns que se seguíram. Mas a força e rapidez de Sepultura estava lá toda (em musicas como Eye for an eye e the song remains insane), se bem que este álbum era virado para uma vertente mais tribal, como se Max quisesse romper com o passado, evidente em musicas como Tribe, Bumba, First Commandment (esta com um cheirinho ao então no auge Nu-Metal devido à participação de Chino Moreno dos Deftones, o que também acontecia na musica Bleed, esta com a presença de Fred Durst e Dj Lethal dos Limp Bizkit) e Quilombo. Ficaram também no ouvido as musicas cantadas em português, em maior numero do que acontecia em Sepultura, musicas como Umbabarauma e Sultão das matas ficaram no ouvido. Este seria o álbum que iria começar o fenómeno de ascensão de Soulfly e queda de Sepultura. Aqui fica o vídeo do single de estreia (Bleed), com a participação de Fred Durst dos Limp Bizkit, então demasiado na moda.
Mais tarde, em 2000, Cavalera iria lançar o álbum que despertou o resto do mundo. Quem não conhecia Soulfly passou a conhecer. O seu nome era Primitive, e para além de contar com inúmeros convidados como Chino Moreno (Deftones), Corey Taylor (Slipknot), Sean Lennon (filho de John Lennon) e Tom Araya (Slayer), contava também com um novo baterista na banda em relação à formação anterior (Joel Nunez). Isto veio demonstrar que eram músicos contratados e não uma verdadeira banda. O único imutável era Max. Este Primitive atingia vários estilos musicais como o álbum de estreia. Vagueava pelos ritmos tribais (na musica Back to the primitive e Mulambo, esta cantada em português), cruzava caminhos com o Nu-Metal, se bem que com maior agressividade em musicas como Pain (com Chino Moreno) e Jumpdafuckup (com Corey Taylor), passava no hip-hop em In memory of ... , continuava o seu instrumental com Soulfly II e a agressividade Cavalera continuava em musicas como Bring it, Terrorist (com Tom Araya) e The prophet. Mas a grande particularidade deste álbum foi o inicio do trabalho com Asha Rabouin (uma voz maravilhosa) que começou na musica Fly high e iria continuar em mais álbuns. Aqui fica o vídeo do single Back to the Primitive.
Seguiu-se o terceiro álbum em 2002, com um nome super original "3", e com mais mudanças no seio da banda (Marcelo Dias no baixo, Mikey Doling na guitarra e o regresso de Roy Mayorga para a bateria). Ao contrário dos anteriores ia beber mais a Sepultura, com a maior agressividade das suas musicas e o tão conhecido tribalismo mais escondido. Continuou no entanto as musicas cantadas em português (Brasil e Sangue de Bairro), a instrumental Soulfly III desta vez acompanhada de Zumbi. Uma musica em honra das vitimas do 11 de Setembro designada 9-11-01. Quanto ás participações especiais neste álbum restringia-se a Cristian Machado dos Ill Niño como referencia principal e mais uma vez tentativa de entrada no universo Nu-Metal. Mas o mais significativo neste álbum era a viragem para o som Sepultura de volta ás raízes, com musicas rápidas e violentas como Downstroy, L.O.T.M. e Call to arms. De evidenciar também mais uma vez a forte participação de Asha Rabouin desta vez em Tree of pain. Aqui fica o vídeo do single deste álbum "Seek n' strike".
Caros amigos, venho-vos aqui falar de um filme que me surpreendeu bastante. É muito dificil eu ficar fascinado com um filme de comédia, mas ontem assisti a um filme que faz realmente rir, ao contrário da maioria dos filmes que se baseiam na piada fácil.
"You don't mess with The Zohan" é um filme que nos vai conquistando, começa por ser ridiculo, com as tais piadas fáceis, e é quando nós já estamos com vontade de ir embora que ele nos começa a pôr o sorriso nos lábios, sorriso esse que rapidamente se transforma em fortes gargalhadas. Até o final pouco elaborado acaba por ser de fácil assimilação depois de uma hora e pouco a rir com vontade.
Tem de ser Adam Sandler a receber todo, ou quase todo, o mérito por este filme ter graça, pois é graças ao seu sotaque israelita e inocência em certas cenas que o filme é tão delicioso. Também tem de se dar mérito à coragem da equipa que trabalhou neste filme em "brincar" com uma zona do mundo que não aceita a maioria das "brincadeiras" que são feitas com o seu povo.
Aconselho-o a todos os que querem rir com vontade.
Morreu Bernard Jeffery McCullough, mais conhecido por Bernie Mac vitima de complicações provocadas por pneumonia, segundo a CNN. De acordo com a mesma estação noticiosa Bernie Mac já sofria de sarcoidose há um tempo, o que lhe terá deteriorado os pulmões. Bernie Mac participou em filmes como Transformers, Ocean's (eleven, twelve e thirteen) e Bad Santa, entre muitos. Deixo-vos aqui com um vídeo do mesmo durante o filme "The original kings of comedy" (2000).
este vídeo que se segue foi feito por mim, com a participação de alguns colegas há 2 anos atrás, coloquei-o no youtube há uns meses, mas infelizmente ainda tem poucas visitas (119). E é por isso que vou colocar aqui o vídeo, para ver se ele ganha umas visitinhas mais. Para muitos este vídeo é pura estupidez .... para mim também :) mas faz-me lembrar bons tempos.
Vem também a calhar pois há dias estive a dizer mal da cultura hip-hop e isto é uma semi-critica (parva) a essa mesma cultura dos yoyo's
Chama-se TIME CHANGES e aqui vai ... é só carregar play.
Acabei agora de ver o filme "Chicago" e não resisti a partilhar com os leitores deste blog uma cena fenomenal do filme. Quando Billy (Richard Gere) está a mostrar a Roxie (Renée Zellweger) como se manipula os jornalistas, pedindo-lhe que o deixe falar por ela, sendo que o espantoso está no facto de Billy aparecer como um ventriloco e ela como o seu boneco. Isto decorre enquanto vemos a verdadeira conferência de imprensa e a que deriva da fantasia. Está fantasticamente enquadrada esta sequência, que acaba por nos colocar um sorriso na cara. E já agora convém dizer que o filme está fabuloso. Não aprecio particularmente musicais, mas este acaba por nunca perder o sentido, pois as músicas vão acompanhando o desenrolar da acção.
Amigos leitores, acabei há uns dias de ler a fabulosa autobiografia do Slash, antigo guitarrista dos Guns n' Roses e Slash's snakepit e actual guitarrista dos Velvet Revolver. Devo-vos dizer que é magnifico. Para quem gosta de ouvir histórias relacionadas com as estrelas e o mundo do sexo, drogas e rock n' roll. Este homem desfrutou demasiado do estilo de vida que lhe foi oferecido e sobreviveu a excessos para nos contar num livro de fácil leitura. Para quem quer desvendar segredos como:
O processo pelo qual o baterista Steven Adler foi demitido;
O que aconteceu para que Izzy Stradlin tivesse deixado os GN'R;
Contos fantásticos sobre o mau feitio de Axl Rose;
O abuso de drogas que o obrigou a usar um pacemaker;
e muito mais ....
comprem ou peçam emprestado o livro que vale bem a pena. Deixo-vos aqui alguns bons momentos do Slash tirados do Youtube e uma entrevista sobre o livro. Deixo-vos também com excertos do livro tirados do site http://forum.cifraclub.terra.com.br/forum/9/176425/
"Revelações bombásticas de ex-Guns n' Roses saíram ontem a público. Slash, ex-guitarrista dos Guns n' Roses e actual dos Velvet Revolver, vai editar a sua autobiografia e já está a causar polémica. Alguns excertos de Slash: The Autobiography foram ontem tornados públicos e fazem jus ao mote Sexo, Drogas e Rock&Roll. Desde o vício da cocaína, ao caso com a actriz pornográfica Traci Lords, aos favores sexuais das groupies e à paranóia que o fez comprar um arsenal de armas, está tudo lá.
Entre os excertos que vieram a público pode ler-se a seguinte confissão: «Aquela cena de Hollywood era a mesma de sempre e à medida que eu ia ficando mais conhecido menos gostava dela. A série de 'amigos' que queriam festejar comigo tinha quadriplicado, por isso fiquei inteiramente isolado; olhando para trás, faz todo o sentido ter-me deixado seduzir por uma zona confortável chamada heroína. Não queria ir a bares de strip ou procurar gajas boas ou aproveitar-me do meu novo estatuto. Só queria ficar em casa do Bill e drogar-me. Acabou por ser o início de uma longa e terrível obsessão com a heroína, que se prolongou entre 1989 e 1991».
Sobre a relação que manteve com Traci Lords, Slash diz o seguinte: «Traci não queria ser vista comigo em público; se fossemos a algum sítio onde alguém poderia estar a prestar atenção ela fazia-me entrar depois dela e encontrar-me com ela como se fosse acidental (...) Pelo que percebi, ela queria manter o low profile porque não queria ser exposta como uma groupie ou uma daquelas actrizes pornográficas com quem os tipos como eu saíam».
No excerto disponibilizado pode também ler-se a descrição da paranóia que o guitarrista desenvolveu (por causa das drogas) relativamente ao filme Predador , com Arnold Schwarzenegger. O músico achava que estava a ser perseguido pelo predador e acabou por comprar um avolumado arsenal de armas."
Eu volto em breve, Middlefinger
Entrevista com Slash
Musica do "Padrinho" ao vivo
Guns n' Roses & Lenny Kravitz "Always on the run"
Slash & Michael Jackson
Guns n' Roses & Elton John
Episódio que deu origem à manifestação de St.Louis